quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Recensão a "Não Humano" na revista LER

Recensão a Não Humano, de Osamu Dazai, na revista LER de outubro de 2011.
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Recensão a "Um lugar chamado Oreja de Perro" na revista LER

Recensão a Um lugar chamado Oreja de Perro, de Iván Thays, na revista LER de outubro de 2011.

"Livro Ruído" na revista LER

Referência a Livro Ruído, de Davi Araújo, na revista LER de outubro de 2011.

Recensão a "Não Humano" na revista Os Meus Livros

Recensão a Não Humano, de Osamu Dazai, na revista Os Meus Livros de outubro de 2011.

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segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Recensão a "A Arte de Chorar em Coro"

Primeira recensão a A Arte de Chorar em Coro, de Erling Jepsen, por Carla Ribeiro, no seu blogue As Leituras do Corvo. Para ler aqui: Recensão a A Arte de Chorar em Coro no As Leituras do Corvo

Recensão a «Livro Ruído», de Davi Araújo

Primeira e excelente recensão a Livro Ruído, de Davi Araújo, por Carla Ribeiro, no blogue As Leituras do Corvo. Para ler aqui: Recensão a Livro Ruído no blogue As Leituras do Corvo


«Não é fácil escrever uma opinião para um livro como este. Porquê? É que há tanto para dizer e, ao mesmo tempo, é tão difícil organizar uma linha de pensamento que reflicta bem o conteúdo deste livro que parece que, independentemente das palavras usadas, há sempre algo que fica esquecido. Mas tente-se, ainda assim.
Importa, antes de mais, referir a diversidade de temas e de imagens que, de poema em poema, se torna mais e mais evidente. Mudam-se imagens e cenários imaginários, percorrem-se diferentes estados de espírito, alinham-se palavras em jogos e metáforas surpreendentes. Há, em cada poema, um mundo para descobrir. E há também uma ligação que se insinua entre os vários poemas, deixando, no final da leitura, uma sólida impressão de unidade, apesar da já referida diversidade temática.
Mais que as imagens ou as impressões emocionais, destaca-se, contudo, a forma como o autor joga com as palavras, misturando vocábulos complexos e palavras do vernáculo, conjugando expressões num jogo de sons e, por vezes, construindo até um arranjo visual adequado ao conteúdo. Também isto contribui para que cada poema seja uma surpresa. E se a leitura por si só é já algo de surpreendente, a experiência de ler alguns dos poemas em voz alta resulta de forma no mínimo interessante.
Fica, pois, a impressão de uma poesia construída num estilo muito próprio e onde cada verso é uma descoberta. Interessante e surpreendente, eis um livro que vale a pena ler.»

Recensão a «Não Humano», de Osamu Dazai, no Diário Digital

Mais uma excelente recensão a Não Humano, de Osamu Dazai, desta vez por Mário Rufino, no Diário Digital. Para ler aqui: Recensão a Não Humano no Diário Digital
O particular Mundo «Não Humano» de Osamu Dazai
Texto: Mário Rufino
Osamu Dazai criou, em «Não Humano» (e em outros livros), agora editado pela Eucleia Editora, um mundo estranho e inóspito. Yozo, personagem principal, representa o que mais há de primário no ser humano. Ao entrarmos em «Não Humano» partilhamos os medos e obsessões do próprio autor. A sua vivência pessoal, a tentação contínua que o puxava para a morte (concretizado num duplo suicídio com a sua amante), as drogas, o álcool, sexo, tudo é exorcizado perante o leitor de uma forma honesta e, em consequência, cruel. Este tipo de ficção dita confessional levou a que o autor seja considerado um dos principais autores japoneses do século XX.

«A minha vida é vergonhosa.
Não consigo sequer imaginar como deve ser viver como um ser humano» (pag.13)


O que mais impressiona em «Não Humano» não é a descrição de violência física ou mesmo a tortura psicológica. O que mais impressiona neste livro é a indiferença à dor própria e alheia. A estrutural moral e social é outra, se é que existe. Yozo está sempre à margem das emoções (excepto de um medo primário de animal), não se envolve socialmente e vê o sentimento como um sintoma de doença.

« (…) alguns anos mais tarde, observei, em silêncio a violação da minha própria esposa.
Tentei, na medida do possível, evitar envolver-me nas complicações sórdidas do ser humano.» (pag. 61)


A personalidade é escondida atrás de inúmeras brincadeiras, palhaçadas segundo o próprio, impedindo o “outro” de o observar, de o conhecer. É uma vida representada, irreal.

O suicídio é uma obsessão pela qual se deixa seduzir por duas vezes. A primeira vez que se tenta suicidar, Yozo/Osamu é resgatado por um barco de pesca. Não o tentou sozinho. Uma mulher saltou com ele e afogou-se. Ele jamais conseguiu ultrapassar o sentimento de culpa. A necessidade/capacidade do autor se desnudar emocionalmente perante o leitor é autêntica e mostra a singularidade deste livro. «Não Humano» é um mundo à parte.

A simbiose entre ficção e realidade proporciona uma viagem da qual não queremos sair. O percurso de Yozo é, em essência e nos principais acontecimentos, paralelo ao de Osamu Dazai.

É importante mencionar que, ao analisar a estrutura do romance (confessional), o narrador não chega a conhecer a personagem. Ao sabermos que o enredo é muito moldado aos acontecimentos da sua vida, podemos especular que há, pelo menos, duas perspectivas no autor: Aquele que sofre e o que se analisa. E a separação entre ambos é dramática: «Nunca tinha visto tão impenetrável rosto num homem.» (pag. 12)

Poucos autores conseguem criar mundos diferentes, livros que causem impacto no leitor. O mundo «Não Humano» de Osamu Dazai é um desses mundos literários criados para nos abanar e, estranhamente, seduzir-nos a percorrê-lo e acabar a viagem.

«Tudo passa.
Essa é a única coisa que achei assemelhar-se a uma verdade na sociedade dos seres humanos onde até agora vivi como se num inferno.
Tudo passa» (pag. 122)

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

A Arte de Chorar em Coro, de Erling Jepsen - Sinopse e primeiras páginas

O nosso novo livro estará nas livrarias em outubro e já está disponível para compra direta à Eucleia (portes grátis para todo o mundo e 10% de desconto imediato em Portugal.)
Título: A Arte de Chorar em Coro
Autor: Jepsen, Erling
Data de Publicação: outubro de 2011
ISBN: 978-989-8443-12-0
248 páginas, brochado, formato A5, impresso em papel IOR 80g
Ficção Estrangeira: Romance
PVP: 16,43 €
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Erling Jepsen nasceu em 1956, na Dinamarca. Iniciou-se na escrita com peças de teatro em 1977 e a sua estreia enquanto romancista deu-se em 2002 com A Arte de Chorar em Coro, romance que veio a ser adaptado ao cinema e premiado em vários festivais. A sua obra tem recebido inúmeras críticas positivas e um grande reconhecimento no seu país natal, assim como em vários outros, onde está já traduzida.
Narrada por uma criança de onze anos, A Arte de Chorar em Coro apresenta-nos, através de um olhar tão ingénuo quanto perturbador, uma vila rural da Dinamarca de finais dos anos sessenta e uma família que, embora seja completamente disfuncional, é encarada pela personagem principal com toda a normalidade.
Erling Jepsen narra, com um enorme talento para o sarcasmo e o humor negro, as tentativas de um menino em ajudar o seu pai (que padece de «nervos psíquicos») naquilo que ele melhor sabe fazer: discursos fúnebres.

«Um romance muito invulgar – triste, divertido, aterrador e impossível de largar.»
Marianne Eilenberger, in B.T.

«Raramente se serve uma peça de mordaz realismo social de um modo tão atraente e com uma sensibilidade tão genuína.»
Henriette Bach Lind, in Jyllands-Posten

«Não há absolutamente nada para rir no original thriller caseiro de Erling Jepsen. Simplesmente, não se consegue evitar.»
Lise Garsdal, in Politiken

A Arte de Chorar em Coro - Primeiras Páginas

(clicar no link para ler as primeiras páginas)

Página oficial do livro no facebook: A Arte de Chorar em Coro no facebook

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Recensão a «Um lugar chamado Oreja de Perro» no Diário Digital

Mais uma excelente recensão a Um lugar chamado Oreja de Perro, de Iván Thays, desta vez por Pedro Justino Alves, no Diário Digital. Para ler aqui: Recensão a Um lugar chamado Oreja de Perro no Diário Digital

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Workshops de acordo ortográfico na casa da cultura de Gaia – setembro

Workshops de Acordo Ortográfico na Casa da Cultura de Gaia - Setembro
1º workshop: dias 20, 21 e 22 de setembro – sessões das 18h00 às 19h30
2º workshop: dias 27, 28 e 29 de setembro – sessões das 18h00 às 19h3o
Cada participante pode escolher, na altura da inscrição, em que data lhe convém mais participar.
Os participantes recebem um certificado.
Preço: 30,75 € (IVA incluído)
Inscrições através do e-mail workshopseucleia@gmail.com ou do tel. 922259792.
O workshop abordará os seguintes temas:
Programa
A – Introdução ao funcionamento do workshop
B – Primeiro Módulo
1 – Introdução ao Acordo Ortográfico
2 – Alfabeto
3 – Acerca do h
4 – Sequências Consonânticas
C – Segundo Módulo
1 – Acentuação das palavras paroxítonas (acentuadas na penúltima sílaba)
2 – Acentuação das vogais tónicas grafadas i e u das palavras oxítonas (acentuadas na última sílaba) e paroxítonas
D – Terceiro Módulo
1 – O hífen em compostos, locuções e encadeamentos vocabulares
2 – O hífen nas formações por prefixação, recomposição e sufixação
3 – O hífen com o verbo haver
4 – As maiúsculas e as minúsculas
E – Avaliação Final
F – Esclarecimento de Dúvidas

Recensão a «Um lugar chamado Oreja de Perro» e entrevista a Iván Thays no Ípsilon

Entrevista a Iván Thays, autor de Um lugar chamado Oreja de Perro, no Ípsilon de 2 de setembro de 2011. (Por José Riço Direitinho.)

 
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Recensão a Um lugar chamado Oreja de Perro no Ípsilon de 2 de setembro de 2011 (por José Riço Direitinho).

 
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Recensão a «Um lugar chamado Oreja de Perro» na revista Os Meus Livros

Recensão a Um lugar chamado Oreja de Perro, de Iván Thays, na revista Os Meus Livros de setembro de 2011.
 
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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Recensão a «Não Humano» no Atual (Expresso)

Recensão a Não Humano, de Osamu Dazai, no Atual (Expresso) de 27 de agosto de 2011. Por Ana Cristina Leonardo.
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quarta-feira, 24 de agosto de 2011

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

«Não Humano», de Osamu Dazai - Sinopse e Primeiras Páginas

Um dos nossos próximos livros, Não Humano, do japonês Osamu Dazai, estará nas livrarias no início de setembro, e encontra-se já disponível através da Eucleia.
Título: Não Humano
Autor: Osamu Dazai
Tradução: Ana Neto
Data de Publicação: setembro de 2011
ISBN: 978-989-8443-11-3
128 páginas, brochado, formato A5, impresso em papel IOR 80g
Ficção Estrangeira: Romance
PVP: 12,72 €
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Osamu Dazai (1909 – 1948) foi um dos maiores escritores japoneses do século XX. Não Humano é uma obra de pendor auto-biográfico e a última escrita por Dazai, por muitos considerada a sua obra-prima e ainda uma das mais vendidas e influentes no Japão.
Não Humano explora poderosamente a alienação de um indivíduo face à sociedade, de um modo desesperante e tragicamente fatalista. Yozo, personagem principal do romance, é um jovem diferente e desajustado, cujo percurso é pautado por uma interminável busca pela compreensão do que são os seres humanos.
“Não Humano apresenta-nos a imagem de um homem que carrega as suas misérias,
fraquezas e amores, como um sino de leproso pelo mundo, a imagem da nossa simples humanidade.”
The New York Times

Não Humano - Primeiras Páginas

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«Livro Ruído», de Davi Araújo – Sinopse e primeiras páginas

O nosso primeiro livro de poesia, Livro Ruído, do brasileiro Davi Araújo, estará nas livrarias no início de setembro, e encontra-se já disponível através da Eucleia.

Título: Livro Ruído
Autor: Davi Araújo
Data de Publicação: setembro de 2011
ISBN: 978-989-8443-10-6
220 páginas, brochado, formato A5, impresso em papel IOR 80g
Poesia Brasileira
PVP: 14,84 €
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O poeta Davi Araújo nasceu em São Paulo, no Brasil, em 1979. Estudou História e Jornalismo. Atuou como agente de leitura, operador de atendimento e apresentador de televisão. É redator, tradutor e revisor de textos. Manteve um blogue por cinco anos, cujos poemas editou na sua Ontologia Fonética. Participou em algumas coletâneas e revistas eletrónicas de poesia, escreveu o romance Não Fique São e os poemas em prosa de Ficções Paralelas & Visões Para Lê-las, ainda inéditos, e produz atualmente outra obra em verso. A sua estreia é este Livro Ruído.

Livro Ruído - Primeiras Páginas

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quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Livros da Eucleia com envio gratuito para todo o mundo

Informamos que, a partir de hoje, a Eucleia passa a vender livros com portes de envio (frete) gratuitos para todo o mundo, independentemente do país de origem, iniciativa inédita para uma editora portuguesa, e cujo objetivo é o de chegar a um maior número de leitores de língua portuguesa.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

«Um lugar chamado Oreja de Perro» na revista NS

Recensão a Um lugar chamado Oreja de Perro, de Iván Thays, na revista NS de 06/08/2011. Por Sérgio Almeida.

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segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Recensão a «A Casa Ancestral de L.»

Primeira recensão a A Casa Ancestral de L., de José Gonçalves Gomes, por Carla Ribeiro (A Casa Ancestral de L. no blogue As Leituras do Corvo).

«De amor em tempos de guerra, de uma criança destinada a nascer em tempos conturbados e de Catarina de L., mulher forte e determinada ante as contrariedades do seu tempo. Esta é a história de uma mulher que ama e que, apesar de todas as contrariedades, conhece a sua vontade e as formas de a conduzir através do imenso obstáculo que é o mundo que a rodeia.
Primeiro pela magia das palavras, da escrita algo elaborada mas estranhamente envolvente, e depois pela construção de um enredo que, visto pelos olhos da protagonista, se torna mais cativante quanto maiores se erguem as dificuldades, este é um livro que fascina desde as primeiras páginas e que, com o avançar da narrativa, conquista sempre um pouco mais a empatia do leitor. Isto deve-se, em grande parte, a Catarina, à firmeza da sua voz, mesmo quando marcada por momentos de uma grande emoção, e à grande luta que é todo o seu percurso, de perda e construção de vida, de amor e libertação, de uma prisão que é mais das suas próprias sombras que das paredes que a rodeiam.
Conjugando elementos históricos com uma história pessoal de grande profundidade, é algo de impressionante a forma como o autor apresenta um contexto cuidado, bem construído, sem que a exposição dos factos quebre o ritmo narrativo, mantendo constantes a envolvência e a emotividade. Contrária, por muitas vezes, à vontade da família, a posição de Catarina é delicada e as circunstâncias colocam-na, por vezes, numa situação insustentável. É nestes momentos que a sua voz se torna mais marcante, nesta necessidade simultânea de ceder à emoção e de se forçar a agir, e o equilíbrio entre estes dois extremos - mesmo perante a desilusão, mesmo perante a perda - é algo que se expressa maravilhosamente neste livro.
História de luta pessoal, da posição de uma mulher perante o mundo e do seu paralelismo com o lugar onde se encontra - também sitiada, também na necessidade de lutar - este é um livro que fascina tanto pela beleza da escrita como pela envolvência da narrativa, como ainda pela força da sua protagonista. Em todos os aspectos, uma excelente descoberta.»